<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<!-- generator="FeedCreator 1.7.2" -->
<rss version="2.0">
	<channel>
		<title>Clínica Saúde Integral de Jody Jakob's</title>
		<description>Clínica Saúde Integral de Jody Jakob's</description>
		<link>http://www.osteopatia-cascais.com</link>
		<lastBuildDate>Thu, 21 Aug 2008 19:23:10 +0100</lastBuildDate>
		<generator>FeedCreator 1.7.2</generator>
		<image>
			<url>http://www.osteopatia-cascais.com/images/M_images/joomla_rss.png</url>
			<title>Clínica Saúde Integral de Jody Jakob's</title>
			<link>http://www.osteopatia-cascais.com</link>
			<description>Clínica Saúde Integral de Jody Jakob's</description>
		</image>
		<item>
			<title>My first time</title>
			<link>http://www.osteopatia-cascais.com/en/geral/my-first-time.html</link>
			<description>Hi...this is my first blog...for this website. I will try to get here regular items of interest for patients and practitioners15:35:30</description>
			<category>Blog - Geral</category>
			<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 17:40:51 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>English Interview</title>
			<link>http://www.osteopatia-cascais.com/en/geral/english-interview.html</link>
			<description>How did you get started in osteopathy?I was treated in New York City by a Chiropractor with a great result. I moved to London and they did not have a Chiropractor school so I found my way to the BSO on Buckingham Gate. A Yankee in King Arthur&amp;#39;s Court so to speak. I can still remember fondly having lunch in St. James Park and studying the various gaits of the girls going by.....for stickily professional study of course!What inspired you?Wanted to be a Catholic priest!!! When puberty hit that one was a goner. After University Osteopathy seemed to be the splendid mix of intellect, heart and soul together with doing something physicalHow did you continue learning?- books, courses, mentor, patients, etc The most important aspect of CPD is the stimulation and motivation of my patients. And through their problems the thirst to know more. That includes, physically, emotionally and spiritually. Every year I will read a number of books and magazines related to my work, attend courses when they interest me, seek out and question models of excellence ---mentors---What is essential to keep on?Motivation....to remain excited and interested throughout the years of practice. I am sure I am even more enthusiastic now 27 years after qualifying than when I first started out on this journey.How to do that???Be sincerely interested in people, curious about what you find and take care of yourself with the basics. Exercise, eat well, enjoy life, time for relaxation. If you do not take care of yourself you cannot give your best to othersWhat would you advise to people at different stages of osteopathy?Never stop questioning what you find. Never think you have made it and whatever great cures you happen to be a part of do not believe the publicity (good for practice building) of being a miracle worker!!</description>
			<category>Blog - Geral</category>
			<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 18:13:33 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Entrevista</title>
			<link>http://www.osteopatia-cascais.com/en/geral/entrevista.html</link>
			<description>2007-10-31ENTREVISTA COM DR. JODY JAKOB G.E.D.O.P &amp;ndash; Pode dizer-nos qual &amp;eacute; a sua nacionalidade? Na comunidade osteop&amp;aacute;tica portuguesa nem todos sabem qual a sua verdadeira nacionalidade. Uns dizem que &amp;eacute; ingl&amp;ecirc;s, outros dizem que &amp;eacute; americano.Dr. Jody Jakob &amp;ndash; Sou americano, nascido e criado em Nova Iorque. Aos 22 anos fui para Londres onde fiz o curso de Osteopatia e da&amp;iacute; talvez essa confus&amp;atilde;o. G.E.D.O.P &amp;ndash; Como surgiu ent&amp;atilde;o o interesse pela Osteopatia? Porque n&amp;atilde;o se formou na Am&amp;eacute;rica?J.J &amp;ndash; N&amp;atilde;o me formei Osteopata na Am&amp;eacute;rica, mas fiz o meu curso de Pr&amp;eacute;-Medicina no Marist College, em Nova Iorque. Depois, conclu&amp;iacute; uma P&amp;oacute;s-Gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Psicologia e dediquei-me a uma terapia que se chama Bio-Energ&amp;eacute;tico; &amp;eacute; uma forma de Psican&amp;aacute;lise que olha o corpo humano &amp;agrave; procura de emo&amp;ccedil;&amp;otilde;es bloqueadas que podem levar &amp;agrave; doen&amp;ccedil;a. Esta t&amp;eacute;cnica despertou-me grande interesse em aprender mais sobre o corpo humano. Decidi, ent&amp;atilde;o, que a Osteopatia era o melhor caminho a seguir. N&amp;atilde;o me formei na Am&amp;eacute;rica porque sabia que em Inglaterra havia os melhores cursos de Osteopatia a n&amp;iacute;vel mundial. G.E.D.O.P &amp;ndash; Quando e onde se formou?J.J &amp;ndash; Fui para Inglaterra no ano de 1974. Terminei a minha gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o como Osteopata em 1979 na British School of Osteopathy que, na altura, era indiscutivelmente a melhor escola a leccionar Osteopatia no mundo.  G.E.D.O.P -  Depois regressou aos Estados Unidos ou permaneceu em Inglaterra?J.J. &amp;ndash; Fiquei durante alguns anos em Inglaterra. Comecei a trabalhar em consult&amp;oacute;rios privados como assistente de osteopatas conceituados em Londres. Depois, comecei a leccionar t&amp;eacute;cnica osteop&amp;aacute;tica numa Escola de Osteopatia e a realizar semin&amp;aacute;rios para m&amp;eacute;dicos rec&amp;eacute;m-formados que queriam aprender Osteopatia.  G.E.D.O.P. &amp;ndash; Foi ent&amp;atilde;o que veio para Portugal? J&amp;aacute; agora, porqu&amp;ecirc; Portugal e n&amp;atilde;o um outro pa&amp;iacute;s qualquer?J.J. -  &amp;Eacute; uma pergunta engra&amp;ccedil;ada! Eu e a minha fam&amp;iacute;lia est&amp;aacute;vamos saturados de Londres, especialmente devido ao clima. Como disse, sou nova-iorquino e estava habituado ao clima quente e ao mar, o que n&amp;atilde;o existia em Londres. No entanto, quer&amp;iacute;amos permanecer na Europa e Portugal era um pa&amp;iacute;s de que gost&amp;aacute;vamos muito pois j&amp;aacute; t&amp;iacute;nhamos passado f&amp;eacute;rias no Algarve e alguns amigos falavam muito bem do pa&amp;iacute;s. Como sol e praia &amp;eacute; coisa que n&amp;atilde;o falta, escolhemos vir para Portugal. G.E.D.O.P - Como foram ent&amp;atilde;o os primeiros tempos? Dif&amp;iacute;ceis?J.J. &amp;ndash; Sim, bastante dif&amp;iacute;ceis. Pa&amp;iacute;s novo, n&amp;atilde;o falava portugu&amp;ecirc;s mas, especialmente, porque ningu&amp;eacute;m sabia o que era a Osteopatia. Felizmente, consegui arranjar um espa&amp;ccedil;o para trabalhar no Estoril. Nos primeiros tempos os meus clientes eram todos ingleses.   G.E.D.O.P - H&amp;aacute; quantos anos j&amp;aacute; exerce Osteopatia em Portugal?J.J. -  H&amp;aacute; cerca de 22 anos que vivo e trabalho na &amp;aacute;rea de Cascais &amp;ndash; Lisboa - Sintra. Trabalhei em in&amp;uacute;meras cl&amp;iacute;nicas m&amp;eacute;dicas mas agora trabalho exclusivamente para mim, na minha cl&amp;iacute;nica em Cascais, que se chama Sa&amp;uacute;de Integral. Tenho feito grande parte da cl&amp;iacute;nica privada com osteopatas rec&amp;eacute;m-formada, integrando-os assim no ambiente cl&amp;iacute;nico. G.E.D.O.P - Como tem sido a sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional com os outros osteopatas e profissionais de sa&amp;uacute;de ao longo do tempo?J.J. &amp;ndash; Honestamente, considero ter uma mente aberta quando me encontro com outros colegas e n&amp;atilde;o tenho problemas em falar com quem se auto-intitula osteopata mas que, na realidade, n&amp;atilde;o tem forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque, simplesmente, a culpa n&amp;atilde;o &amp;eacute; deles. Existem muitos osteopatas com &amp;ldquo;fome&amp;rdquo; de conhecimento, e eu tento partilhar a minha sabedoria e experi&amp;ecirc;ncia com eles.             O meu relacionamento com outros profissionais de sa&amp;uacute;de &amp;eacute; muito bom. Recebo muitos pacientes indicados por m&amp;eacute;dicos (especialmente seus familiares) de v&amp;aacute;rias especialidades. Tamb&amp;eacute;m encaminho os meus pacientes para m&amp;eacute;dicos quando encontro algum problema (como card&amp;iacute;acos ou circulat&amp;oacute;rios por exemplo) e quando tenho necessidade de uma segunda opini&amp;atilde;o. &amp;Eacute; essencial que os osteopatas consigam diagnosticar problemas m&amp;eacute;dicos e que os encaminham para o m&amp;eacute;dico especialista. &amp;Eacute; por isto que os meus pacientes e m&amp;eacute;dicos confiam em mim.  GEDOP &amp;ndash; Nesse seu trabalho com osteopatas rec&amp;eacute;m formados, qual &amp;eacute; a mensagem mais importante que lhes transmite?J.J. - A minha maior preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que o osteopata transmita seguran&amp;ccedil;a aos seus pacientes e por isso exijo elevados padr&amp;otilde;es profissionais. Tenho esperan&amp;ccedil;a que em breve a profiss&amp;atilde;o osteop&amp;aacute;tica esteja regulamentada em Portugal para que tenhamos apenas profissionais perfeitamente qualificados a exercer a profiss&amp;atilde;o.  GEDOP &amp;ndash; J&amp;aacute; que fala neste assunto t&amp;atilde;o delicado para todos n&amp;oacute;s, o Dr. Augusto Henriques est&amp;aacute; a frente do processo de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O que tem a dizer sobre o seu trabalho?J.J &amp;ndash; O Dr. Augusto Henriques &amp;eacute; a pessoa que mais faz pela Osteopatia  em Portugal. &amp;Eacute; incans&amp;aacute;vel e h&amp;aacute; mais de 20 anos que luta pela reconhecimento legal da Osteopatia. Perde grande parte do seu tempo livre, &amp;agrave; espera para falar com Ministros do Governo, em especial, com o Ministro da Sa&amp;uacute;de. Vai a imensas confer&amp;ecirc;ncias mundiais, para trazer para Portugal as noticias e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es recentes da Osteopatia mundial.             Ele exige os mais altos padr&amp;otilde;es para a profiss&amp;atilde;o porque n&amp;atilde;o quer osteopatas de  segunda . Este grande Pa&amp;iacute;s e o povo portugu&amp;ecirc;s merecem o melhor, e portanto temos que ter a verdadeira excel&amp;ecirc;ncia da Osteopatia.             Ele insiste, para que a Osteopatia, deva ser aut&amp;oacute;noma e auto reguladora. Ou seja, luta para que na nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o os osteopatas, possam, diagnosticar e tratar, sem estarem sobre ordens dos m&amp;eacute;dicos, mas sim trabalharem com eles, como parceiros de sa&amp;uacute;de. Isto porque n&amp;oacute;s n&amp;atilde;o seguimos protocolos, mas sim diagnosticamos e tratamos as pessoas como um todo, de acordo com os nossos princ&amp;iacute;pios. Regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria vai fazer com que isto seja uma realidade.  GEDOP - Na sua opini&amp;atilde;o quais os maiores obst&amp;aacute;culos para a conclus&amp;atilde;o deste processo?J.J.&amp;ndash; O maior obst&amp;aacute;culo s&amp;atilde;o os pr&amp;oacute;prios osteopatas!!!!!! Existem 12 organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es diferentes que representam a Osteopatia em Portugal, e cada uma diz que &amp;ldquo;&amp;eacute; a melhor&amp;rdquo;. Enquanto os osteopatas n&amp;atilde;o pararem de lutar entre si e n&amp;atilde;o colocarem as suas diferen&amp;ccedil;as de lado n&amp;atilde;o iremos a lado nenhum.             A profiss&amp;atilde;o m&amp;eacute;dica n&amp;atilde;o &amp;eacute; o problema para a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Eles apenas querem seguran&amp;ccedil;a para os pacientes e exigentes padr&amp;otilde;es profissionais. Se estivermos todos unidos, se demonstrarmos ao Governo que temos capacidades para nos regulamentar, que somos seguros e competentes na nossa profiss&amp;atilde;o, seremos rapidamente aceites e reconhecidos. GEDOP &amp;ndash; Ent&amp;atilde;o, para si o processo de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; primordial para o desenvolvimento da profiss&amp;atilde;o? J.J. &amp;ndash; &amp;Eacute; importante mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; primordial. Para mim o primordial &amp;eacute; seguirmos o mesmo percurso dos Ingleses no seu processo de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Eles fizeram o que chama P.P.P., Professional Profile and Portfolio. Houve uma comiss&amp;atilde;o que desenvolveu um portf&amp;oacute;lio com o intuito de avaliar as compet&amp;ecirc;ncias de todos os osteopatas. Todos, sem nenhuma excep&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tiveram que passar por este processo. Quem reprovou, n&amp;atilde;o ficou, no entanto, sem exercer. Foram criados m&amp;eacute;todos de ensino para desenvolver compet&amp;ecirc;ncias e capacidades nos osteopatas que revelaram falta de conhecimentos. Assim, todos os profissionais passaram pelo mesmo teste de compet&amp;ecirc;ncias e provaram poder exercer Osteopatia. Al&amp;eacute;m disso, este P.P.P. credibilizou a profiss&amp;atilde;o. Este seria o procedimento ideal para a Osteopatia Portuguesa.  GEDOP &amp;ndash; Quais s&amp;atilde;o os seus futuros planos?J.J. &amp;ndash; Trabalhar o melhor que posso para ajudar os meus pacientes. Continuar a ensinar a Osteopatia a quem precisar e tentar aprender cada vez mais. Para este fim, irei a uma Confer&amp;ecirc;ncia de Osteopatia que se vai realizar no m&amp;ecirc;s de Fevereiro, em Londres, com dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 3 dias. Espero trazer imenso material para melhorar a minha pr&amp;aacute;tica cl&amp;iacute;nica, para assim ajudar os meus doentes e poder partilhar com os meus colegas.  GEDOP &amp;ndash; Algum coment&amp;aacute;rio final?J.J. &amp;ndash; Quero agradecer a entrevista e desejar votos de um bom trabalho. &amp;Eacute; sempre para mim uma enorme satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o conviver com outros osteopatas e poder participar em iniciativas deste g&amp;eacute;nero. </description>
			<category>Blog - Geral</category>
			<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 20:32:21 +0100</pubDate>
		</item>
	</channel>
</rss>
